sexta-feira, 14 de maio de 2010


Nossas razões nos colocam limitações. Os erros alheios nos parecem imperdoáveis e punidos somos nós pela rejeição da construção de uma vida diferente e nova, os quais seríamos o arquiteto, pedreiro e feliz proprietário.
Quando deixamos de falar com uma pessoa porque nosso coração ficou ferido, vamos colocando a felicidade num passo a frente e aquele momento de zanga fica perdido. Se tínhamos dez oportunidades de sermos felizes, teremos apenas nove porque nosso coração foi orgulhoso demais e isso falou mais alto.
Toda felicidade não é utopia. Utopia é pensar que permanecendo na nossa dureza e guardando nossas razões estaremos ganhando alguma coisa. Sonhos não são quimeras, são desejos que nosso coração pode realizar.
Se o amor pudesse sempre gritar, se ele pudesse segurar nosso rosto para a direção do sol e das flores, seríamos mais felizes, menos sérios, menos graves, mais leves, mais próximos do céu.
Letícia Thompson

Nenhum comentário:

Postar um comentário